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18 Nov - 1 Dez

O que há de novo O que há de novo
Lições do Brasil: por que o país se recupera enquanto outros mercados tropeçam?
A percepção de otimismo no Brasil é palpável, e não é só porque o país está se preparando para sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. A economia brasileira foi a primeira da América Latina a dar mostras de recuperação — já no segundo trimestre deste ano — depois da crise econômica mundial. O que ajudou o Brasil a se manter tão saudável enquanto outros mercados continuam a enfrentar dificuldades? O que ele pode fazer para continuar crescendo e se tornar, conforme prevê o Banco Mundial, a quinta economia maior do mundo até 2016?  
Troca de bônus: Argentina dá um passo para a volta ao cenário internacional
Com a reabertura da troca de bônus em default desde a última crise de 2001, o governo de Cristina Fernández de Kirchner procura melhorar sua imagem no exterior e ganhar acesso aos créditos internacionais com melhores taxas. Os mais de US$ 30 bilhões que desde aquela data devem ser pagos aos portadores de bônus fazem parte de uma vultosa dívida nacional que hoje chega a US$ 149,8 bilhões. Para que tal medida tenha sucesso, dizem os especialistas, é preciso também que sejam restabelecidas as relações com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e que a dívida com o Clube de Paris seja refinanciada. Será que tudo isso conseguirá melhorar a imagem do país diante de um passado que ainda assombra o imaginário internacional?
O papel da TI na recuperação econômica da América Latina
A multinacional americana General Electric (GE) e o provedor de soluções de informática UST Global, escolheram a cidade chilena de Viña del Mar para sua próxima joint venture: um centro tecnológico de categoria mundial denominado GenShare. O centro abrirá suas portas no primeiro semestre de 2010. A aliança implica um investimento de US$ 30 milhões e a criação de 1.000 postos de trabalho no prazo de cinco anos. Iniciativas tecnológicas como a da Genshare serão capazes de impulsionar a recuperação econômica do Chile e do restante da América Latina? O Universia Knowledge@Wharton conversou com professores e especialistas do setor para saber o que pensam a esse respeito.  
Amazon em forma e preparada para a temporada de final de ano
A Amazomn.com chega à temporada de festas de final de ano com força invejável. As finanças da maior varejista online do mundo estão melhores do que nunca. Ao mesmo tempo, a empresa vem descobrindo novos meios de obter vantagens competitivas típicas do varejo convencional — como o envio de produtos no mesmo dia do pedido a sete grandes cidades americanas. A empresa cresce, e a concorrência continua disposta a desafiá-la, conforme explicam especialistas em comércio eletrônico e marketing da Wharton.
Por que melhorar a qualidade da saúde no mundo é responsabilidade de todos
Em todo o mundo em desenvolvimento, doenças infecciosas e enfermidades crônicas desafiam mais de um bilhão de pessoas que vivem na pobreza. Para que haja avanços significativos na saúde de todos, governos e organizações com e sem fins lucrativos precisam encontrar uma forma de estimular soluções inovadoras e revolucionárias, não só para tratar das doenças existentes, mas também para melhorar a prestação de serviços de saúde. Ganhadores do Nobel e especialistas em saúde se debruçarão sobre o assunto durante um painel no âmbito do Festival de Pensadores cujo tema será Bem-estar futuro: rumo a um mundo mais saudável.
Novos enfoques para novos mercados: por que as estratégias de C. K. Prahalad, direcionadas para a base da pirâmide, produzem bons resultados
Cinco anos atrás, C. K. Prahalad publicou um livro intitulado A riqueza na base da pirâmide. O autor dizia então que as companhias multinacionais não só poderiam ganhar dinheiro vendendo para os mais pobres do mundo, como também a realização de tal esforço seria imprescindível para pôr fim ao abismo cada vez maior entre países ricos e países pobres. Um dos principais fatores de sua argumentação em favor dos pobres do mundo se deve à dimensão pura e simples desse mercado — são 4 bilhões de pessoas, segundo estimativas. De que modo o livro de Prahalad — recém-lançado agora em quinta edição comemorativa e revisada — afetou o comportamento de empresas e o bem-estar de consumidores nos anos que transcorreram desde sua publicação? A Knowledge@Wharton conversou com o autor e pediu a ele que atualizasse o tema e desse exemplos de empresas que estariam trabalhando com as estratégias delineadas no livro.
Aversão à perda no golfe e nos negócios
Ao que tudo indica, Tiger Woods e outros superastros do golfe que disputam partidas milionárias em tacadas de algumas polegadas apenas estão sujeitos ao mesmo temor e aversão ao risco que costuma afligir investidores e gerentes. De acordo com uma nova pesquisa realizada por dois professores da Wharton, até mesmo os melhores jogadores de golfe perdem, sistematicamente, a oportunidade de marcar um birdie — que é quando o jogador acerta o buraco com uma tacada abaixo do par, sendo o par a média de tacadas para embocar a bola — por medo de um bogey— ou de ter de dar uma tacada a mais do que o necessário. Jogar com segurança tem seu custo — no golfe e nos negócios, informam os pesquisadores.  


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