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Peru e Chile: uma história de sucesso nos negócios ofuscada pela política
As relações políticas entre Chile e Peru avançam por caminhos tortuosos, mas os negócios entre ambos prosperam, graças à aquisição recente da maior companhia de cimento do Chile pelo Grupo Brescia, principal grupo industrial do Peru. Trata-se de um fato isolado ou será que representa, conforme opinião de alguns especialistas, o começo de uma integração econômica regional? Quais as principais oportunidades de negócio entre ambos os países? Até que ponto as barreiras políticas e administrativas podem colocar em risco o sucesso desta e de outras alianças empresariais futuras?
Publicado em: 07/10/2009
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Imagine um mundo cuja economia fosse medida pela felicidade dos seus cidadãos
Saúde, bem-estar, cultura. Em suma: felicidade: que tal medir a riqueza de um país com base nessas variáveis? Não se trata de um conto, ou de um romance sobre um mundo melhor. A ideia vem diretamente da França, cujo presidente da República, Nicolas Sarkozy, tem incentivado outros países a adotar novos parâmetros para avaliar a produção econômica. Esses parâmetros foram propostos por uma equipe de economistas liderados pelo americano Joseph Stiglitz, prêmio Nobel de economia. Esse tipo de medição poderia alterar a ordem econômica mundial. Atualmente, porém, os especialistas a veem mais como algo próximo da ficção científica.
Publicado em: 23/09/2009
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O emaranhado político da economia colombiana
As relações entre a Colômbia e seus principais parceiros comerciais na região não atravessam um bom momento. O acordo entre a Colômbia e os EUA, que permite às tropas americanas utilizar até sete bases militares em território sul-americano, despertou um intenso debate durante a recente reunião de cúpula da União Sul-Americana de Nações (Unasul), em Bariloche, na Argentina. O descontentamento em relação ao acordo entre Bogotá e Washington deixou especialmente irritado o presidente venezuelano Hugo Chávez, principal porta-voz do antiamericanismo na região. Será a Colômbia capaz de gerir, simultaneamente, as relações que mantém com os EUA, Venezuela e Equador, seus principais parceiros comerciais? Quais seriam as consequências mais importantes para a economia do país?
Publicado em: 09/09/2009
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Pobreza, educação e qualidade institucional: desafios da festa do bicentenário argentino
Em 2010, a Argentina comemorará o bicentenário da Revolução de Maio, evento histórico que marca a independência do domínio colonial espanhol. O país não estará só nessa festa, já que Venezuela, Colômbia, Chile, Equador, El Salvador, México e Paraguai — entre outros países —, também vão soprar as velas de 200 anos de independência no ano que vem. A proximidade dessa data simbólica vem despertando a atenção dos especialistas que aproveitam a ocasião para fazer um balanço dos sucessos alcançados nessa breve história e, ao mesmo tempo, procuram soluções para os enormes desafios que enfrenta a região como, por exemplo, o elevado índice de pobreza, educação deficitária e a fragilidade da democracia.
Publicado em: 29/07/2009
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Lições econômicas e políticas da mobilização dos índios peruanos
O Peru foi cenário de uma forte crise em abril quando a população indígena da Amazônia rejeitou vários decretos-leis baixados pelo presidente Alan García. Diante da possível privatização dos recursos da região da chamada franja amazônica — e que, por direito ancestral, pertence à comunidade originária daquela área —, houve uma mobilização indígena de consequências importantes. Os especialistas consultados analisam as repercussões econômicas, empresariais e políticas do conflito, tirando daí uma série de lições para os demais países da região.
Publicado em: 15/07/2009
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O plano regulatório de Obama: excelente, ruim ou apenas na medida certa?
Depois de cinco meses de governo, o presidente Barack Obama revelou em 17 de junho as propostas financeiras complexas e abrangentes com as quais pretende criar uma estrutura regulatória que atenda às necessidades dos EUA no século 21. As regulações propostas dão ao Federal Reserve mais poderes para fiscalizar Wall Street e possibilitam também a criação de uma nova agência que coibirá os abusos por parte de credores do sistema hipotecário e de crédito. Os professores da Wharton e outros especialistas dizem que embora a nova estrutura não tolha as inovações financeiras, ela é “tímida demais” e não leva em conta problemas mais sérios.
Publicado em: 01/07/2009
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Montadoras disputam o lítio da Bolívia
O lítio é atualmente o recurso mais cobiçado pelas montadoras que apostam em sua utilização na produção em série de modelos híbridos e elétricos mais rentáveis e menos poluentes em comparação com os veículos a combustão. A maior reserva de lítio do mundo fica na Bolívia, o que tem levado o governo a receber várias ofertas de empresas multinacionais interessadas na exploração do minério. Contudo, será que o governo boliviano criará o clima adequado para os investimentos, haja vista seu forte posicionamento nacionalista?
Publicado em: 17/06/2009
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Indústria chilena de farmácias fere a livre concorrência
As três principais redes de farmácias do Chile estão sendo processadas no Tribunal de Livre Concorrência (TDLC) depois de comprovada a prática de conluio que elevou os preços de 222 remédios no ano passado. O episódio desencadeou um amplo debate em torna desse tipo de prática ou de práticas contrárias à concorrência no Chile. Os professores consultados pela Universia Knowledge@Wharton fizeram uma análise detalhada do caso e dos fatores que minam a livre concorrência nos mercados.
Publicado em: 06/05/2009
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Repensando a gestão de risco: por que a mentalidade é mais importante do que o modelo
Antigamente, as previsões eram objetivas. Com o passar dos anos, ao se aproximar o final do primeiro trimestre, os gerentes costumavam ter uma ideia bastante razoável de como os negócios estavam caminhando e se as metas seriam atingidas ou não, ou mesmo se seriam ultrapassadas. A confiança nos prognósticos trimestrais e anuais era de tal ordem que o menor acréscimo ou decréscimo em relação ao valor previsto era encarado com surpresa e desencadeava um processo de mudanças nos preços das ações. Este ano, porém, tudo mudou. Empresas como a Unilever, Union Pacific e Visteon optaram por não fazer previsão alguma sobre seu desempenho nos próximos meses. Em outras palavras, todas as apostas estão suspensas.
Publicado em: 06/05/2009
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Riordan Roett, da escola de negócios IE: “A China entrará com muita cautela na América Latina no decorrer dos próximos anos”
China, EUA e América Latina. Faz sentido incluir a Europa nesse triângulo econômico? A presença do gigante asiático no hemisfério ocidental está alterando as regras do jogo, principalmente depois da intensificação de suas relações comerciais com a América Latina. Trata-se de uma relação entre iguais ou seriam dois competidores emergentes? Riordan Roett, professor do mestrado em relações internacionais da escola de negócios Instituto de Empresa (IE) e professor de ciências políticas da Universidade Johns Hopkins (EUA), conversa com o Universia Knowledge@Wharton sobre a influência da China na América Latina. Roett é autor de A expansão chinesa no hemisfério ocidental, cuja tradução em espanhol será publicada em breve.
Publicado em: 08/04/2009
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