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Você acha que casa própria é sinônimo de felicidade? Não esteja tão certo disso
A casa própria sempre foi considerada a pedra de toque do sonho americano, o fundamento da família feliz e a garantia de segurança financeira a longo prazo. Agora, um novo estudo coloca em dúvida essa ideia tão arraigada. De acordo com Grace Wong Bucchianeri, professora de bens imóveis da Wharton e autora do estudo em questão, embora os donos de imóveis se sintam extremamente felizes com suas casas, eles têm também mais problemas, passam menos tempo com os amigos e são menos bem-humorados em comparação com quem paga aluguel e mora em imóveis de porte semelhante.
Publicado em: 01/07/2009
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De grandes projetos a elefantes brancos: gestão das cidades tem regras novas
A crise trouxe em seu bojo um novo estado de ânimo entre os habitantes das cidades, que hoje têm outra expectativa em relação às políticas urbanas e ao que consideram importante nelas. Os gestores eleitos nas eleições municipais de 2007, quando o urbanismo era o motor da economia espanhola, veem atordoados essa transformação: os edifícios e os grandes projetos que antes eram motivo de orgulho, agora são motivo de polêmica. Que políticas urbanas exige esse novo cenário? Gildo Seisdedos, professor de marketing do IE Business School e diretor do Fórum de Gestão Urbana e da Cátedra Madri Global de Estratégia Urbana Internacional responde a esta e a outras questões em uma pesquisa recente.
Publicado em: 20/05/2009
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Negócio arriscado: parecer de um empresário sobre o mercado imobiliário brasileiro
Rafael tornou-se empresário quando se mudou para o Brasil, há cerca de um ano, para trabalhar no nascente mercado imobiliário do país. Antes disso, foi um bem-sucedido gestor de portfólio de um fundo de hedge londrino. Economizou seus bônus durante algum tempo à espera do momento certo de partir para um negócio próprio. Esse momento chegou para ele na indústria imobiliária. Contudo, veio a seguir o que seria um golpe devastador — a crise financeira global.
Publicado em: 15/05/2009
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Onde fazer negócios
A demanda irrefreável do consumidor e os elevados retornos antes garantidos pelos mercados em “hipercrescimento”, como os proporcionados pelos renomados BRICs — Brasil, Rússia, Índia e China — não são mais coisas com as quais se possam contar, conforme explicam incorporadores, investidores, especialistas em finanças e executivos em palestras proferidas em recente Fórum sobre Bens Imóveis em Mercados Emergentes promovido pela Wharton. Em vez disso, os investidores precisam avaliar cada mercado individualmente e, em face do clima econômico atual, se concentrar no longo prazo.
Publicado em: 11/02/2009
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As cidades hoje em expansão querem mais lazer
Será que as amenidades urbanas — como os estádios de beisebol, aquários e o comércio na orla dos rios — contribuem para a estabilização das cidades americanas e para a melhora das perspectivas econômicas? Albert Saiz é co-autor de um estudo que não só quantifica a importância das amenidades proporcionadas pelo lazer, como também fornece provas de que o gasto do dinheiro público com lazer e atividades culturais pode propiciar benefícios mais duradouros do que o desenvolvimento econômico tradicional baseado na criação de emprego. “Nos últimos 50 anos, tentamos trazer as empresas para as cidades”, diz Saiz, “mas talvez faça mais sentido atrair as pessoas: as empresas virão naturalmente na esteira delas”.
Publicado em: 07/01/2009
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Donald Trump Jr.: oportunidades no setor imobiliário em países emergentes
Nos tempos vertiginosos do boom imobiliário, os preços das propriedades na cidade de Nova York disparavam juntamente com os preços praticados nas demais cidades americanas. Quando a crise das hipotecas subprime estourou, os preços desabaram, mas o mercado nova-iorquino suportou o golpe por mais tempo do que os demais, e por dois motivos. Em primeiro lugar, trata-se de um centro financeiro de peso com uma demanda muito forte; e, em segundo lugar, o dólar fraco permitiu aos compradores e investidores internacionais fazer negócios com descontos de até 40%. Como ficará o mercado nova-iorquino em 2009? Onde estão os melhores negócios nos mercados emergentes? Em podcast gravado durante o Fórum da Knowledge@Wharton sobre Bens Imóveis nos Países Emergentes, em 2 de dezembro, Donald Trump Jr., vice-presidente executivo de desenvolvimento e aquisições da Trump Organization, discorreu sobre essas e outras questões. Trump discute também de que forma vê sua contribuição particular para a expansão da marca da organização no exterior com base nos alicerces lançados por seu célebre pai.
Publicado em: 07/01/2009
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Falência da Martinsa Fadesa abala os alicerces da economia espanhola
A imobiliária Martinsa Fadesa ganhou as manchetes dos meios de comunicação espanhóis e internacionais ao protagonizar a maior suspensão de pagamentos da história do país. Seu endividamento elevado, bem como o declínio das vendas e a incapacidade de conseguir crédito, asfixiaram a empresa, cuja saída foi solicitar a reunião voluntária de credores na quarta-feira, dia 15 de julho. A quebra da empresa deflagrou temores de uma possível reação em cadeia no setor, enchendo de incertezas as perspectivas da economia espanhola.
Publicado em: 23/07/2008
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Como sobreviver quando estoura a crise: a experiência das companhias imobiliárias espanholas
Ninguém se atreve a prognosticar atualmente as proporções e as conseqüências da violenta crise por que passam as companhias imobiliárias espanholas. Lábaro, Cosmani, Prasi, Ereaga, Jale, Grupo Sánchez, Seop etc. A cada semana, novos nomes se somam à torrente de imobiliárias que se vêem obrigadas a recorrer aos comitês de credores ou, como se dizia antigamente, à suspensão dos pagamentos. Outras, como a Habitat, Martinsa-Fadesa e Colonial negociaram, ou estão negociando, com as instituições financeiras um refinanciamento razoável da dívida que lhes permita solucionar suas dificuldades. Diante desse quadro, que estratégias estariam adotando as imobiliárias espanholas para continuar a vender imóveis residenciais?
Publicado em: 16/04/2008
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Momento de festa no mercado imobiliário brasileiro
O mercado imobiliário brasileiro despertou de sua letargia em meados de 2005 e, desde então, não deixou de crescer alimentado pela estabilidade econômica e política, pela forte redução das taxas de juros e medidas tomadas pelo governo de Lula para estimular a construção civil e a aquisição da casa própria. Trata-se de um novo cenário que não passou despercebido pelos investidores estrangeiros, que se aproximam do Brasil para desenvolver complexos turísticos capazes de acolher os 70 milhões de visitantes que o país recebe anualmente, construir shoppings ou simplesmente comprar terrenos a um preço ainda baixo. Contudo, o que poderia atrapalhar a festa do mercado imobiliário brasileiro?
Publicado em: 05/03/2008
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A revolução urbana do século 21
As cidades, a exemplo das multinacionais, evoluem, de forma que se não forem administradas corretamente, poderão desaparecer. Encontrar um modelo sustentável e eficaz para seus trabalhadores — os cidadãos — é fundamental para assegurar o futuro das metrópoles do século 21 que, graças às novas tecnologias, passarão por uma verdadeira revolução nas próximas décadas. Gildo Seisdedos, diretor do Fórum de Gestão Urbana do Instituto de Empresa (IE), de Madri, apresenta no livro Como administrar as cidades do século 21, uma visão estrutural dessas regiões, analisando os vários desafios com que deparam e as ferramentas de gestão disponíveis. O autor compartilhou suas idéias com o Universia-Knowledge@Wharton.
Publicado em: 19/05/2008
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