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Aversão à perda no golfe e nos negócios
Ao que tudo indica, Tiger Woods e outros superastros do golfe que disputam partidas milionárias em tacadas de algumas polegadas apenas estão sujeitos ao mesmo temor e aversão ao risco que costuma afligir investidores e gerentes. De acordo com uma nova pesquisa realizada por dois professores da Wharton, até mesmo os melhores jogadores de golfe perdem, sistematicamente, a oportunidade de marcar um birdie — que é quando o jogador acerta o buraco com uma tacada abaixo do par, sendo o par a média de tacadas para embocar a bola — por medo de um bogey— ou de ter de dar uma tacada a mais do que o necessário. Jogar com segurança tem seu custo — no golfe e nos negócios, informam os pesquisadores.
Publicado em: 18/11/2009
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Administrando a retomada da economia: toda atenção ao cliente e expectativas moderadas
No momento em que uma série de novos dados econômicos alimentam a esperança de uma recuperação sustentável da economia, os executivos sabem que não há garantias contra uma recaída súbita. Diante disso, como tirar proveito dos sinais positivos da economia sem pôr em risco a empresa, caso os maus tempos retornem? Professores da Wharton e de outras instituições falam sobre como administrar os negócios durante uma recuperação econômica lenta, porém incerta, e explicam como a empresa pode ter lucro nesse contexto.
Publicado em: 07/10/2009
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Segredos das equipes globais bem-sucedidas
As equipes globais se parecem com o oceano: podem aproximar o mundo ou separá-lo dependendo de como se navega por suas águas. Quando funcionam, atraem os melhores profissionais da empresa, utilizam o conhecimento local existente, unem grupos distantes e aumentam a produção mundial. Quando não, provocam divisões, dissemina informações equivocadas pela empresa toda e arruínam os projetos globais. A Knowledge@Wharton apresenta um guia de melhores práticas para as equipes globais.
Publicado em: 23/09/2009
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Concorrência entre filiais: quando o inimigo está dentro de casa
As multinacionais presentes nos mercados do mundo todo através de diferentes marcas têm, às vezes, que enfrentar um inimigo inesperado: elas mesmas. Exemplo disso é a recente divulgação da venda de Coca-Cola vinda de fora na Espanha, o que prejudica, em primeiro lugar, as engarrafadoras nacionais, cujo mercado é invadido por um produto praticamente igual e que compete com preço inferior. O Universia-Knowledge@Wharton conversou com especialistas sobre essa situação insólita e sobre as armas que as filiais dispõem para se defender.
Publicado em: 09/09/2009
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Incentivos econômicos do modelo de varejo “loja-dentro-da-loja”
A placa acima da entrada da loja talvez traga o nome da Macy’s, Nordstrom ou Neiman Marcus, mas os vendedores no balcão de cosméticos não são funcionários da loja. Eles são funcionários do fabricante de cosméticos que aluga espaço do varejista em questão. Em um acordo que é comum nas lojas da Ásia e de outras partes do mundo, o varejo de lojas de departamentos dos EUA costuma ceder o espaço do setor de cosméticos para fabricantes de marca em troca de taxas pagas pela ocupação de área nobre da loja. Uma nova pesquisa da Wharton analisa a dinâmica desse modelo.
Publicado em: 09/09/2009
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Como uma pequena "fricção" pode mudar o cenário da concorrência
Quem quer que desenvolva estratégias de negócios não pode ignorar os elementos de “fricção” ou forças que dificultam a relação entre compradores e vendedores. Tais elementos — localização, conveniência ou falta de informação — ajudam a explicar de que maneira diferentes empresas, como um pequeno varejista local ou uma loja de âmbito nacional, podem coexistir no mercado, conforme mostra pesquisa de Olivier Chatain, professor de administração da Wharton, em parceria com um colega da INSEAD.
Publicado em: 26/08/2009
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El Bulli, "o melhor restaurante do mundo", paradigma do modelo de negócio aberto
Entender as características do modelo de negócio de uma empresa e estruturá-lo formalmente é uma boa receita para que ele evolua no tempo e continue a gerar valor sempre que houver mudanças em seu entorno competitivo. Essa é a conclusão a que chegaram em sua pesquisa Francesco D. Sandulli, professor da Universidade Complutense de Madri, e Henry Chesbrough, professor da Escola de Negócios Haas, da Universidade da Califórnia em Berkeley. Entre os modelos de negócio, os abertos são aqueles com maior possibilidade de geração de valor e de adaptação. Contudo, as empresas ainda não compreenderam bem o conceito e as implicações de colocar isso em prática, o que seria de enorme utilidade para elas em meio às turbulências de hoje.
Publicado em: 15/07/2009
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Ellen Kullman, CEO da DuPont: Quatro princípios para quem deseja sobreviver aos tempos de turbulências
Ellen Kullman se viu forçada a avaliar a necessidade de uma ação imediata para manter a estabilidade financeira da DuPont durante a crise atual sem negligenciar os objetivos estratégicos necessários para que a empresa não perdesse 200 anos de liderança de mercado. Seus principais desafios, entre outros: comunicar-se com os empregados e motivá-los. A CEO da DuPont participou como preletora convidada do recente Congresso da Wharton sobre Liderança, cujo tema foi: “Liderando em um mundo dinâmico e imprevisível”.
Publicado em: 15/07/2009
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Setor aéreo enfrenta crise de grandes proporções
O setor aéreo passa por turbulências sem precedentes. As companhias aéreas perderam o rumo e podem amargar um prejuízo de US$ 9 bilhões este ano, sendo que há poucos meses, em março, a expectativa era de que os números negativos fossem de US$ 4,7 bilhões. O epicentro desse terremoto não é outro senão a queda da demanda em decorrência da crise econômica mundial. Contudo, algumas empresas, como a LAN Airlines, do Chile, souberam driblar a conjuntura internacional e continuam no azul. Além disso, os especialistas interpretam o Acordo de Céus Abertos entre os EUA e a Europa como uma excelente oportunidade de internacionalização.
Publicado em: 17/06/2009
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