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Por que melhorar a qualidade da saúde no mundo é responsabilidade de todos
Em todo o mundo em desenvolvimento, doenças infecciosas e enfermidades crônicas desafiam mais de um bilhão de pessoas que vivem na pobreza. Para que haja avanços significativos na saúde de todos, governos e organizações com e sem fins lucrativos precisam encontrar uma forma de estimular soluções inovadoras e revolucionárias, não só para tratar das doenças existentes, mas também para melhorar a prestação de serviços de saúde. Ganhadores do Nobel e especialistas em saúde se debruçarão sobre o assunto durante um painel no âmbito do Festival de Pensadores cujo tema será Bem-estar futuro: rumo a um mundo mais saudável.
Publicado em: 18/11/2009
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Raios X da indústria farmacêutica: foco na inovação, e não no marketing
Uma boa notícia para a indústria farmacêutica: a curto prazo, ela poderá sair vencedora da batalha pela reforma da saúde graças ao ingresso de novos clientes no sistema e à manutenção da proteção aos preços. A má notícia é que embora as grandes empresas do setor tenham recorrido cada vez mais a megafusões para dar sustentação à sua dependência dos produtos campeões de vendas, a indústria continua à mercê da necessidade de desenvolver novos modelos de negócios para lidar com seu maior problema: a incapacidade de criar novos medicamentos, conforme explicam os professores da Wharton.
Publicado em: 04/11/2009
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Para baixar os custos com saúde: pagar as pessoas para que sejam saudáveis
Quando o empregador quer que seus empregados tenham um estilo de vida mais saudável — que percam peso, parem de fumar e façam exercícios regularmente — nada surte mais efeito do que a premiação em espécie, conforme mostram os dados de uma pesquisa liderada por professores da Wharton. Embora alguém possa torcer o nariz à ideia de pagar as pessoas para que façam o que devem fazer, a pesquisa constatou que dar incentivos sai mais barato do que combater as doenças.
Publicado em: 29/07/2009
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O salto inovador do cobre e sua aplicação na indústria da saúde
O cobre sempre brilhou na indústria eletroeletrônica por ser um excelente condutor de eletricidade. Contudo, o metal vermelho começou a brilhar com luz própria no campo da saúde em vista de suas propriedades bactericidas e de sua capacidade de limitar a propagação de microorganismos patógenos. Diante disso, o Programa de Inovação para o Cluster Mineiro do Chile decidiu premiar o projeto de utilização do cobre como material bactericida no hospital de Calama, na II Região, abrindo assim novas oportunidades de mercado em um país que se encontra entre os principais produtores mundiais do metal vermelho. Os especialistas advertem, porém, que primeiro será preciso superar algumas barreiras.
Publicado em: 01/10/2008
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Tratamento médico de custo-benefício positivo: atualizando o valor da vida humana em termos monetários
Uma questão espinhosa aparece com destaque no centro de uma reforma significativa do setor de saúde: quanto vale a vida humana? Uma nova pesquisa da Wharton baseada em dados de diálise dos rins colhidos no Medicare [seguro médico e hospitalar subsidiado pelo governo para pessoas de 65 anos ou mais] mostra que o valor médio — 129.090 dólares para cada ano a mais de vida com qualidade — é superior aos valores apontados em estudos anteriores. Talvez o mais importante seja o fato de que o estudo enfatize também, em percentis, o custo-benefício do tratamento de toda a população submetida à diálise, num esforço para criar uma referência a ser utilizada na fixação do grau de abrangência de coberturas médicas. Chris P. Lee, professor de gestão de operações e de informações da Wharton, é um dos autores de um estudo intitulado “Uma estimativa empírica do valor da vida: atualizando o modelo de custo-benefício de diálise de rins”.
Publicado em: 14/05/2008
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Quem consegue entender a lógica dos testes de DNA pessoal? E quem consegue ganhar dinheiro com isso?
Parecia mais do que compreensível que James Watson, um dos descobridores da estrutura do DNA, juntamente com Francis Crick e Rosalind Franklin, fosse o primeiro a receber um DVD contendo a seqüência do seu DNA , obra da 454 Life Sciences, uma divisão da Roche, colosso suíço da indústria farmacêutica, e de pesquisadores acadêmicos. Embora a tecnologia de mapeamento do DNA em desenvolvimento na Roche e em outras empresas possa trazer para mais perto de nós a era tão aguardada da medicina personalizada, é evidente que há enormes empecilhos éticos, jurídicos e de investimentos para a criação de modelos de negócios de sucesso baseados na decodificação do DNA do indivíduo, conforme parecer dos professores da Wharton e de executivos do setor.
Publicado em: 25/07/2007
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Na África do Sul, as más condições de saúde podem matar os bons negócios
Segundo estimativas, as micro e pequenas empresas contribuem com praticamente 50% do total de empregos na África do Sul e com 30% do produto interno bruto do país. Até recentemente, porém, o impacto das más condições de saúde e, principalmente, do grau de incidência de HIV/AIDS sobre essas empresas — desde companhias constituídas por um único dono/funcionário até companhias com 100 empregados — não havia merecido a devida atenção em boa parte das pesquisas realizadas na região. Um novo estudo feito por Li-Wen Chao, do Centro de Estudos da População, da Universidade da Pensilvânia, e Mark V. Pauly, professor de Sistemas de Saúde da Wharton, juntamente com outros pesquisadores, analisa de que a maneira a saúde do proprietário determina o destino das pequenas empresas na África do Sul e de que modo ela afeta a economia como um todo.
Publicado em: 13/06/2007
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A biotecnologia diante de decisões cruciais na Espanha: o modelo do negócio é fundamental
A biotecnologia na Espanha encontra-se em pleno processo de decolagem, justamente num momento em que enfrenta uma série de desafios que questionam sua expansão definitiva. Isidre March Chordà, da Universidade de Valência, e Ramón Seoane Trigo, da Fundação IDICHUS, Complexo Hospitalar de Santiago de Compostela, publicaram recentemente uma pesquisa no Universia-Business Review em que apresentam uma visão panorâmica da situação atual do setor.
Publicado em: 10/01/2007
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Empresas incrementam iniciativas para redução de peso dos funcionários — e, por tabela, dos custos com convênio médico
Com tantas estatísticas mostrando o número de americanos adultos obesos (30%), o número de mortes provocadas todos os anos pela obesidade (365.000), e como o problema vem piorando, e não melhorando, não é de surpreender que a obesidade esteja na tela do radar dos empregadores este ano. Contudo, especialistas da Wharton e de outras instituições ressaltam que a obesidade não é ruim só para o indivíduo. É também um fator que pesa significativamente na conta de custos com saúde das empresas.
Publicado em: 15/11/2006
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A indústria bilionária de partes do corpo humano: pesquisa médica, ganância e corrupção
Partes do corpo humano são um grande negócio nos EUA. Tecidos, órgãos, tendões, ossos, juntas, membros, mãos, pés, torsos e cabeças retirados de cadáveres constituem a pedra angular de um negócio importante e lucrativo para o avanço do conhecimento científico e o aprimoramento da técnica médica. Poucas pessoas, porém, pensam em perguntar de onde vem o material que sustenta essa indústria colossal. A jornalista Annie Cheney é uma exceção bem-vinda. Em Corretores de corpos: por dentro do submundo do comércio de cadáveres nos EUA, Cheney registra sua busca pela forma como os restos mortais de seres humanos são obtidos, processados, comercializados e utilizados. Trata-se de uma história perturbadora, complexa e cheia de meandros.
Publicado em: 09/08/2006
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