Thumbnail Pablo Carrera Narváez, do Tecnológico de Monterrey: “Faltam à América Latina otimismo e sinergias para seguir em frente”
Para que possa contar com boas fontes de recursos humanos e melhorar o nível da educação ministrada na região em âmbito internacional, a América Latina precisa unir esforços em vez de recorrer ao individualismo. Além disso, precisa ser mais otimista e adotar uma perspectiva que busque maior integração para conquistar os mercados. É o que pensa Pablo Carrera Narváez, diretor do Tecnológico de Monterrey, que acaba de abrir um escritório em Buenos Aires em conformidade com o plano de internacionalização da instituição. A prestigiosa universidade mexicana conta com 33 campus em seu país de origem e já possui filiais no Peru, Equador, Colômbia e República Domincana. Em entrevista concedida ao Universia-Knowledge@Wharton, Narváez explica quais são as últimas tendências em educação executiva na América Latina no marco de um mundo complexo em mudança.
Publicado em: 09/09/2009

Thumbnail Santiago Iñiguez: “O empresário não é o inimigo; ele é a solução para a crise”
Defensor do Plano Bolonha para a unificação da educação na União Europeia (UE) e da abordagem das escolas de negócios europeias em relação às americanas no tocante à recessão, Santiago Iñiguez, reitor da Escola de Negócios Instituto de Empresa (IE), aposta na criação, em Madri, de “um eixo educacional semelhante ao existente em Londres e Boston”. Em entrevista concedida ao jornal econômico Expansión e ao Universia-Knowledge@Wharton, Iñiguez falou sobre o novo Espaço Europeu de Educação Superior (EEES), sobre a responsabilidade das escolas de negócios e a sociedade diante da crise financeira. Ele adverte para o perigo de lançar a culpa sobre os empreendedores dispostos a criar empresas.
Publicado em: 01/07/2009

Thumbnail Dicas para formar bons negociadores
Uma pessoa precisa de cerca de 800 horas de treinamento para adquirir o hábito de negociar de forma espontânea. As técnicas de negociação são uma arte em si mesmas, e controlá-las pode ser uma ferramenta muito importante na hora de atingir as metas desejadas numa simples conversa ou reunião. O que dizem os gestos? Quando se deve dizer “não”? Quais os erros mais frequentes? Até onde se deve ceder? Javier Martinez Rodrigo, autor do livro O caminho da negociação, publicado pela LearningMedia, responde a essas perguntas em entrevista concedida ao Universia Knowledge@Wharton.
Publicado em: 20/05/2009

Thumbnail Programas de MBA online chegam à maturidade
A Economist premiou a escola de negócios Instituto de Empresa (IE) da Espanha com a medalha de prata na categoria de programas de formação à distância que o instituto mantém dez anos. Em 2001, quando surgiu o primeiro MBA virtual, o MBA Executivo Internacional, a exigência foi que tivesse uma qualidade “igual ou superior ao MBA Executivo presencial oferecido pelo IE”, lembra Gamaliel Martínez, diretor executivo do MBA Executivo Internacional. E qual a opinião dos alunos? Marco Marinucci, ex-aluno de MBA e funcionário do Google, fala sobre suas impressões a respeito do programa.
Publicado em: 19/03/2008

Thumbnail Entrevista com Frank Brown, do INSEAD: Fazendo das escolas de negócios uma experiência verdadeiramente global
O INSEAD, uma das principais escolas de negócios da Europa, deu mais um passo rumo à globalização ao abrir uma nova unidade em Nova York, onde deverá competir com escolas de prestígio como Harvard e Columbia. O INSEAD, que tem campus próprio em Paris e outro em Cingapura, acredita que chegou o momento de as escolas européias se estabelecerem nos EUA. O IESE, escola de negócios espanhola, foi a primeira escola de negócios européia a seguir nessa direção. Em uma entrevista ao Universia-Knowledge@Wharton, Frank Brown, reitor do INSEAD, diz que a grande vantagem das instituições européias é que seu currículo não é dominado por uma única cultura. O INSEAD também considera a América Latina uma região com alto potencial de crescimento para as escolas de negócios do mundo todo.
Publicado em: 20/02/2008

Thumbnail Aprendendo a negociar na arena global: gerentes chineses são os mais novos matriculados nos cursos de educação executiva ocidentais
No momento em que as empresas chinesas voltam sua atenção para a necessidade de reforçar sua capacidade de concorrência na economia global, deparam com um novo desafio — adquirir conhecimentos técnicos internacionais adequados. Uma forma de fazê-lo consiste em recorrer aos programas de educação executiva do Ocidente, que oferecem cursos nas áreas de finanças, marketing, governança corporativa e até mesmo uma visita a Bloomingdale’s e a restaurantes ocidentais famosos.
Publicado em: 29/11/2006

Thumbnail Um dicionário bilíngüe para a universidade e a empresa
Um precisa do outro, mas não se entendem. A universidade e a empresa pertencem a dois mundos diferentes, de culturas opostas e idioma distinto. Apesar disso, “a colaboração entre ambas é um fenômeno cada vez mais importante para a criação e transferência de inovações fundamentais para o desenvolvimento econômico dos países”, assinalam María Ángeles Montoro, professora da Universidade Complutense de Madri, e Eva María Mora, professora da Universidade Rey Juan Carlos, em um trabalho de pesquisa publicado recentemente no Universia-Business Review. No estudo, intitulado Para uma gestão eficaz das relações entre empresas e universidades, as autoras apontam os problemas que afetam a relação universidade-empresa com o objetivo de lançar pontes entre ambos os mundos e atenuar os efeitos negativos dos problemas daí decorrentes. Além disso, propõem a criação de um marco legal que regule essas relações, algo assim como um dicionário bilíngüe que permita o fluxo de comunicação e de entendimento entre as duas partes.
Publicado em: 06/09/2006

Thumbnail A América Latina prepara-se para tomar aulas de mandarim
Atualmente, todos os caminhos do comércio internacional parecem levar à China. Até mesmo um país pequeno como o Chile, que com a recente celebração de um tratado de livre comércio (TLC) com o gigante asiático — o primeiro firmado pelos chineses com um país ocidental — tem agora um novo destino para os seus produtos fora de suas fronteiras. Além disso, segundo as autoridades chinesas, o acordo fará do Chile uma ponte para os investimentos do país em outras localidades da região. O fato é que, além dos acordos comerciais, tanto a China como o dinâmico Sudeste Asiático estão na mira das exportações latino-americanas. Contudo, o caminho em direção à Ásia acha-se pontilhado de desafios culturais e estereótipos que terão de ser superados para que homens de negócios e consumidores se entendam em uma região geográfica tão diversa. A seguir, acadêmicos e especialistas latino-americanos explicam quais serão as chaves que permitirão a implementação de uma estratégia de negócios e de formação de capital humano bem-sucedidas na Ásia.
Publicado em: 14/12/2005

Thumbnail Livro propõe estratégias de negociação para executivos globais
G. Richard Shell foi um dos primeiros professores da Wharton a ministrar um dos discursos mais populares atualmente da instituição — o de Negociações. A partir dessa idéia, Shell criou o Workshop de Negociação Executiva da Wharton, com duração de uma semana e ministrado três vezes ao ano a gerentes globais. Como professor de Estudos Jurídicos e de Gestão, Shell  tem dado aulas de Negociação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, além de prestar consultoria a organizações do porte da General Electric, Johnson & Johnson, Hewlett-Packard, Christie’s e FBI. Autor de um livro premiado, Bargaining for Advantage: Negotiation Strategies for Reasonable People [em português, Negociar é preciso], o Universia-Knowledge@Wharton entrevistou Shell na semana passada.
Publicado em: 01/06/2005

Thumbnail Desencontros entre a universidade e a empresa
São dois mundos que procuram um ao outro, mas não se encontram. A relação entre universidades espanholas e empresas é escassa e, na maioria dos casos, desconexa. Embora ambas reconheçam a importância crucial do trabalho em parceria, muitas vezes isso não é possível, conforme mostra o estudo A universidade e a empresa espanhola, elaborado pela Fundação Conhecimento e Desenvolvimento. Um perfil exageradamente acadêmico diante do pragmatismo empresarial e um desconhecimento das possibilidades que oferecem os centros universitários são os principais pontos de atrito que impedem uma relação mais estreita entre esses dois motores econômicos do país.
Publicado em: 06/04/2005

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