| |
Carlos Ghosn, CEO da Renault-Nissan: "chegou a hora do carro elétrico"
O carro elétrico é realidade. Já está entre nós. Não demora muito — na hora em que os postos de abastecimento junto ao meio fio se tornarem tão comuns quanto os parquímetros —, ele vai perder também aquele ar de coisa complicada. É o que diz um homem que investiu sua reputação de profissional de empresa no carro da era pós-gasolina: Carlos Ghosn, CEO da Renault e da Nissan. Em uma palestra detalhada proferida na Wharton por ocasião de um evento sobre liderança, Ghosn não deixou nada de fora: falou, entre outras coisas, sobre sua experiência de administrar um conglomerado multicultural e do esforço para se conformar aos regulamentos impostos pelo governo. Seu otimismo ficou evidente quando passou a discutir o futuro, em que os carros com emissão nula de gases poluentes se tornarão norma, não por causa de um sentimento altruísta em relação à Mãe Terra, mas porque se trata de um bom negócio.
Publicado em: 04/11/2009
|
Os Jogos Olímpicos serão tão bons para o Rio quanto foram para Pequim?
Para o Brasil, a oportunidade de sediar no Rio de Janeiro os Jogos Olímpicos de 2016 talvez proporcione muitas das mesmas coisas que os jogos de 2008 proporcionaram à China: uma chance para que o mundo veja que o país é moderno e influente, além de constituir uma vitrine — interna e externa — do seu notável crescimento econômico. Contudo, será que as cidades se beneficiam tanto do evento quanto os moradores locais e executivos em geral são levados a acreditar? Será que o retorno sobre o investimento feito é suficiente para garantir os meses, senão anos, de preparo? Que lições, se é que há alguma, Pequim pode oferecer ao Rio e a outros futuros anfitriões?
Publicado em: 04/11/2009
|
Confidencial: John Mack, CEO do Morgan Stanley, explica como foi que o banco se salvou
Em meio às trevas profundas da crise financeira mundial, em setembro de 2008, John Mack passou pelo momento mais crítico de sua carreira à frente da direção executiva do Morgan Stanley. O banco de investimento estava praticamente sem caixa, o preço de suas ações mergulhava em direção a um dígito apenas e funcionários do Tesouro o pressionavam para que vendesse o banco para o JPMorgan Chase pela ínfima quantia de US$ 1. Durante recente Congresso de Liderança da Wharton, Mack deu seu testemunho pessoal sobre a batalha que teve de travar para preservar milhares de empregos, além de um dos nomes mais conhecidos de Wall Street.
Publicado em: 21/10/2009
|
O petróleo levará a China a fazer aquisições na América Latina?
A China topou com um trecho acidentado no percurso que vem seguindo até o momento e que deverá convertê-la na maior potência econômica do mundo. Um dos entraves surgidos nesse caminho é a necessidade que tem o país de garantir o abastecimento de petróleo. Para resolver o problema, os chineses decidiram partir para o exterior, talão de cheques na mão, no intuito de adquirir o maior número possível de reservas. O interesse da China National Petroleum e da CNOOC pela aquisição da YPF, filial argentina da Repsol, não deixa dúvida alguma sobre a estratégia adotada pelas companhias de petróleo chinesas nos últimos tempos. Por que gastar, e até onde elas estão dispostas a chegar são perguntas que foram respondidas por especialistas consultados pelo Universia Knowledge@Wharton.
Publicado em: 07/10/2009
|
O dilema energético do Brasil
No início de setembro, o consórcio formado pela Petrobras, Repsol e British Gas anunciou o descobrimento de uma nova jazida de hidrocarbonetos na bacia de Santos. É o mais recente de vários anúncios que, sem dúvida, fará do Brasil uma potência petrolífera. Contudo, os depósitos de petróleo submersos no fundo do Oceano Atlântico suscitaram um debate político e uma certa preocupação: será que a importância cada vez maior do gás e do petróleo na região prejudicará os programas de combustíveis renováveis e alternativos que vêm se desenvolvendo nos últimos anos?
Publicado em: 23/09/2009
|
Obama: até que ponto pode-se considerar bem-sucedido o estilo de liderança do presidente?
Vários dos principais itens do programa de governo do presidente Obama continuam sem solução depois de meio ano de mandato. Já começam a fermentar os debates em torno da eficácia de sua estratégia de liderança e do seu estilo. Os críticos dizem que seu programa é amplo demais e que ele tem delegado autoridade em demasia ao Congresso. Contudo, especialistas em liderança da Wharton dizem que esse tipo de estratégia é importante em face dos inúmeros desafios que o presidente herdou quando tomou posse.
Publicado em: 26/08/2009
|
A ampliação do Canal do Panamá abre novas possibilidades para a região
Considerada uma das obras mais importantes do mundo, a ampliação do Canal do Panamá é muito mais do que motivo de orgulho para o segmento de infraestrutura. O canal é, sem dúvida, o principal motor econômico do istmo centroamericano e tem importância fundamental para o comércio internacional, já que permite a comunicação entre os oceanos Atlântico e Pacífico e facilita o intercâmbio entre Ásia e Europa passando pela América. Esse fato explica a importância do projeto, aprovado em referendo de 2006, em que os panamenhos puderam decidir se queriam levar adiante a obra cuja conclusão está marcada para 2014. Nesse ano, o canal abrirá suas comportas por meio de um novo conjunto de eclusas a tempo para as comemorações do seu centenário. Contudo, entre uma data e outra, há um oceano de cifras econômicas e projetos empresariais que, de acordo com especialistas consultados pelo Universia Knowledge@Wharton, deixam claro a importância da obra.
Publicado em: 29/07/2009
|
Buffett: estrela do capitalismo americano
A condição de estrela de Warren Buffett é evidente pelo fato de que, todos os anos, milhares de fãs do mundo todo visitam Omaha, no Estado de Nebraska, para ouvi-lo falar durante a assembleia geral dos acionistas de sua empresa, a Berkshire Hathaway. Não é de espantar, portanto, que a biografia reveladora de Alice Schroeder intitulada A bola de neve: Warren Buffett e o negócio da vida, tenha feito tanto sucesso. No livro, a autora explica de que maneira Buffett tornou-se um dos homens mais ricos do mundo. Mostra também como sua ética nos negócios e o comprometimento da maior parte da sua fortuna com a obra filantrópica granjearam-lhe admiração.
Publicado em: 29/07/2009
|
Fiona MacLeod, da BP: uma agente de mudança fala sobre o “vício’ de mudar
Depois de 20 anos de experiência à frente de programas de gestão de mudança nos EUA, Europa e Nova Zelândia, Fiona MacLeod, executiva da BP, chegou à conclusão de que o mundo corporativo está “viciado” em uma série de programas de gestão de mudanças que consome recursos volumosos mas que, no fim das contas, não consegue resolver os problemas que deveria resolver. “O que me espantou de verdade foi que muitos desses programas de gestão não davam certo. Qual seria a razão disso?” O pior é que um ano ou dois depois de iniciado o programa, outros eram postos em funcionamento, muitas vezes antes de concluído o programa original, disse MacLeod, presidente de Varejo de Conveniência da BP para os EUA e América Latina.
Publicado em: 29/07/2009
|
Peter Guber, de Hollywood: sobre a importância de contar boas histórias
Peter Guber, presidente do Mandalay Entertainment Group, responsável pela produção de filmes de sucesso como Shampoo, Nosso amor de ontem (The way we were) e Taxi driver, sabe muito bem como contar uma boa história. Em recente Congresso sobre Liderança da Wharton, ele disse que contar histórias é uma arte que pode se transformar em ferramenta eficaz de liderança. Em entrevista à parte em formato de podcast concedida a Steve Ennen, diretor gerente do Projeto de Mídia Interativa da Wharton, Guber explica por que, no ambiente corporativo, as histórias sempre são mais fáceis de lembrar e mais interessantes do que as apresentações de slides, memorandos ou palestras de vendedores.
Publicado em: 15/07/2009
|
|
|
|