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Pague pelo que você recebe: o teste do contrato baseado no desempenho
Toda empresa deseja melhorar a eficiência e o custo-benefício de sua cadeia de fornecedores, mas qual a melhor forma de fazê-lo? Desde 2004, o Departamento de Defesa dos EUA pede a seus fornecedores que adotem o sistema de contrato baseado no desempenho, de forma que o pagamento é feito com base em uma tarifa que avalia o tempo em que itens mais dispendiosos como, por exemplo, jatos de combate F-22, estão em uso sem necessidade de conserto. Mas será que esse tipo de avaliação é superior à avaliação feita pelos contratos tradicionais, que cobram do cliente o tempo e o material utilizados quando o produto deixa de funcionar conforme o esperado? Sim, é a resposta de um novo estudo elaborado por pesquisadores da Wharton.
Publicado em: 21/10/2009
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Repensando a teoria da Cauda Longa: como definir “sucessos” e “nichos”
A teoria da Cauda Longa diz que a Internet desvia a demanda de produtos de sucesso para ofertas de nichos mais obscuros. Contudo, uma nova pesquisa de Serguei Netessine, professor da Wharton, e do doutorando Tom F. Tan, desafia essa teoria utilizando dados da empresa de locação de filmes Netflix.
Publicado em: 07/10/2009
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Como é que uma ligeira desvantagem pode ajudar uma equipe ou empresa a ser bem-sucedida? Que loucura é essa?
Preste atenção ao placar do primeiro tempo nesses momentos iniciais do campeonato de basquete da NCAA começado ontem. Há 64 times universitários inscritos. De acordo com uma pesquisa recente feita por dois professores da Wharton, as equipes com menor pontuação no primeiro tempo têm mais chances de vencer o jogo do que o time com mais pontos. Essa descoberta, dizem, também se aplica ao mundo dos negócios.
Publicado em: 08/04/2009
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Disputa por fontes de energia e implicações para as empresas ocidentais
A crescente demanda de energia pela China e pela Índia desencadeou uma corrida mundial pelo acesso seguro aos recursos escassos de combustível fóssil, tarefa que se torna ainda mais complicada em razão do surgimento de companhias nacionais de petróleo nos países possuidores de reservas. Embora, ao que tudo indica, as companhias ocidentais venham a sofrer com as dificuldades próprias dos custos crescentes de energia, há um lado da escassez global que talvez seja positivo, conforme parecer de especialistas da Wharton e do The Boston Consulting Group: a energia renovável e a energia nuclear oferecem imensas oportunidades a investidores e empreendedores.
Publicado em: 01/10/2008
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A integração latino-americana cada vez mais posta à prova
Brasil, Bolívia e Chile acabam de dar um novo salto em direção à integração regional graças a uma aliança para a construção de uma nova rodovia interoceânica que atravessará os três países, e cujo objetivo é permitir a exportação de produtos para a Ásia e a Europa, bem como favorecer o intercâmbio interno. Contudo, os antecedentes históricos não ajudam na implementação do projeto. Fatores políticos, econômicos e técnicos impediram, no passado, projetos muito semelhantes. Os supostos benefícios comerciais e turísticos, além do desenvolvimento que poderiam beneficiar outras indústrias com a implementação do projeto, hoje dependem da experiência adquirida pelo Brasil e pelo Chile em infra-estrutura e do bom momento por que passam as relações entre os três países.
Publicado em: 20/02/2008
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Rastreabilidade: desafio e oportunidade que pode transformar o Chile em potência agroalimentar mundial
Não basta que um alimento exportado seja da melhor qualidade; agora, é preciso prová-lo por meio de um sistema de rastreabilidade. Em janeiro de 2005, a União Européia impôs novas regras para o comércio internacional: todos os produtos agroalimentícios terão de ter rastreabilidade — isto é, terão de ser respaldados por um conjunto de ações e de tecnologias que permitam seu rastreamento desde o início da produção até o consumidor final. Trata-se de um grande desafio para as nações eminentemente exportadoras como o Chile, cuja indústria alimentícia conquistou reconhecimentos importantes no exterior. Contudo, apenas as grandes empresas locais estão investindo em soluções de rastreamento, enquanto as pequenas e médias empresas prosseguem com suas práticas tradicionais, transformando a rastreabilidade em obstáculo para o acesso a vantagens competitivas de peso.
Publicado em: 31/10/2007
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Flexibilidade ante o desastre: gerenciando o risco de ruptura na cadeia de suprimentos
Nas cadeias globais de suprimentos, a possibilidade de ruptura do sistema pode ocorrer de várias formas, desde desastres em larga escala, ataques terroristas, incêndios em fábricas, apagões elétricos até desafios operacionais, como no caso de portos comerciais pequenos demais para dar conta do fluxo de mercadorias provenientes do exterior. Especialistas do BCG e da Wharton dizem que a gestão da ruptura das cadeias de suprimentos tem como objetivo duas coisas: em primeiro lugar, compreender integralmente o potencial dos riscos identificados; em segundo lugar, aumentar a capacidade da cadeia de suprimentos — dentro do possível — de tal modo que ela seja capaz de suportar e de absorver rupturas sem maiores impactos.
Publicado em: 13/12/2006
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Acabe com o custo da ineficiência: coordenação e colaboração na gestão da cadeia de suprimentos
Colocar o produto certo no lugar certo, na hora certa e ao preço certo — pedras de toque tradicionais de toda cadeia de suprimentos bem-sucedida — continua a ser um objetivo desafiador e, muitas vezes, difícil de alcançar. De acordo com especialistas do BCG e da Wharton, há dois elementos nessa cadeia tidos como óbvios — coordenação e colaboração —, mas que podem fazer a diferença entre o meramente funcional e o lucrativo em se tratando da aquisição de produtos e serviços de fornecedores do mundo todo e de sua disponibilização aos consumidores de todo o mundo da forma mais rápida e barata possível.
Publicado em: 15/11/2006
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“Não se pode administrar o que não se pode medir”: maximizando o valor da cadeia de suprimentos
Aquisições locais de baixo custo, terceirizações, customização, globalização etc. estão agregando uma enorme complexidade às cadeias de suprimentos em todo o mundo. Contudo, apesar de as empresas adotarem rapidamente estratégias de gestão nessa área na tentativa de responder a esse desafio, especialistas da Wharton e do Boston Consulting Group (BCG) informam que muitas delas não apresentam a mesma agilidade na hora de mensurar seu desempenho e de estabelecer o equilíbrio entre as compensações requeridas para que os serviços sejam executados com alta qualidade e custos baixos.
Publicado em: 01/11/2006
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Para inovar em operações é preciso romper esquemas
Atualmente, muitos diretores ficam em um beco sem saída na hora de encontrar meios para que suas empresas cresçam. Alguns optam pela diversificação do negócio, por mais investimentos em marketing ou pela aquisição de algum concorrente. Contudo, muitas vezes essa estratégia não proporciona os resultados esperados. Para Philip G. Moscoso, professor da escola de negócios IESE, a chave do sucesso está na inovação operacional, isto é, a empresa não se deve contentar com uma simples melhora contínua,, é preciso também “inventar formas totalmente novas de operar”. Na pesquisa intitulada Inovar em operações, fonte de vantagem competitiva [Innovar en operaciones, fuente de ventaja competitiva], Moscoso saúda a inovação operacional como “fonte de vantagem competitiva relativamente confiável, de baixo risco, e, principalmente, de máxima atualidade, porque cada vez mais a disputa com a concorrência ocorre na esfera das operações”. Contudo, conseguir boas inovações não é fácil. Antes de tudo, adverte, é preciso romper esquemas mentais e culturais nas empresas.
Publicado em: 20/09/2006
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