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Novos enfoques para novos mercados: por que as estratégias de C. K. Prahalad, direcionadas para a base da pirâmide, produzem bons resultados
Cinco anos atrás, C. K. Prahalad publicou um livro intitulado A riqueza na base da pirâmide. O autor dizia então que as companhias multinacionais não só poderiam ganhar dinheiro vendendo para os mais pobres do mundo, como também a realização de tal esforço seria imprescindível para pôr fim ao abismo cada vez maior entre países ricos e países pobres. Um dos principais fatores de sua argumentação em favor dos pobres do mundo se deve à dimensão pura e simples desse mercado — são 4 bilhões de pessoas, segundo estimativas. De que modo o livro de Prahalad — recém-lançado agora em quinta edição comemorativa e revisada — afetou o comportamento de empresas e o bem-estar de consumidores nos anos que transcorreram desde sua publicação? A Knowledge@Wharton conversou com o autor e pediu a ele que atualizasse o tema e desse exemplos de empresas que estariam trabalhando com as estratégias delineadas no livro.
Publicado em: 18/11/2009
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Injetando vida nova em modelos de negócios antigos
Quando a economia passa por dificuldades, a alta gerência normalmente coloca a empresa sob a lente do microscópio na tentativa de identificar onde cortar ou controlar melhor os custos que estão corroendo o lucro. Contudo, concentrar toda a atenção nos gastos talvez não seja a melhor forma de ajudar a empresa a melhorar seu desempenho. Uma saída mais inteligente: “Em vez de cortar custos para preservar o lucro, pode-se incrementar o faturamento e o resultado final por meio de modos novos e inovadores de fazer negócio”, diz Raphael Amit, professor de administração da Wharton e co-autor de um novo estudo sobre inovação dos modelos de negócios em parceria com Christoph Zott, professor de empreendedorismo da Escola de Negócios IESE.
Publicado em: 23/09/2009
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Como matar uma inovação em seu nascedouro
Liberando as oportunidades de crescimento: como lucrar com a incerteza reduzindo ao mesmo tempo os riscos, de Alexander B. van Putten E Ian C. MacMillan. Os autores apresentam uma ferramenta que chamam de Engenharia de Oportunidade (EO) e que permite às empresas calcular o risco de oportunidades duvidosas nos casos de inovações de retorno mais elevado. A EO, segundo os autores, é tanto uma estratégia tática quanto uma mentalidade. Ela propicia uma maneira específica de valorização das oportunidades por meio de software proprietário, o que possibilita às empresas inserir nele os parâmetros de um projeto e determinar rapidamente seu potencial. Em suma, dizem os autores, a EO ajuda a inculcar a cultura da inovação.
Publicado em: 29/07/2009
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Como identificar oportunidades novas e promissoras? Faça um concurso de inovações
Em seu novo livro intitulado Campeonatos de inovação: criando e selecionando oportunidades excepcionais, os professores da Wharton Christian Terwiesch e Karl Ulrich ressaltam que a identificação de novas oportunidades não deve ser interpretada como um luxo, e sim como uma necessidade. Os autores dizem que criatividade e rigor podem andar juntos em se tratando da análise cuidadosa e da gestão de novas ideias. Uma forma de fazê-lo, explicam, consiste em fazer com que as novas ideias compitam umas com as outras em diversos torneios durante os quais são submetidas a um exame rigoroso — isto é, a “campeonatos de inovação” — de tal forma que as mais sólidas e mais promissoras cheguem ao final da disputa. Retornos generosos aguardam as empresas que derem esse salto.
Publicado em: 29/07/2009
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Os dez mandamentos do “evangelista” do empreendedorismo Guy Kawasaki
Guy Kawasaki, capitalista de risco, consultor e ex-“evangelista” de software da Apple, falou sobre a “a arte da inovação” durante visita recente à Universidade da Pensilvânia. Kawasaki propôs regras para empreendedores e inovadores. Entre elas: ofereça sentido, e não dinheiro.
Publicado em: 29/07/2009
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Inovação: às vezes, é preciso trabalhar em parceria
Há centenas de anos as empresas formam alianças e parcerias estratégicas. Contudo, especialistas reunidos em recente congresso no Centro Mack de Inovação Tecnológica da Wharton disseram que tais ligações são mais importantes do que nunca em um ambiente de negócios em rápida transformação. Todavia, como a maior parte das redes de inovação malogra em vez de ser bem-sucedida, talvez as empresas devessem mudar sua cultura para que essas alianças tão importantes funcionem.
Publicado em: 01/07/2009
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Elon Musk, CEO da Tesla Motors: "Grandes empresas são construídas com grandes produtos"
O empresário Elon Musk tem três paixões: a Internet, exploração do espaço e energia limpa. A primeira deu retornos formidáveis para ele em 2002, quando vendeu a PayPal para o eBay por US$ 1,5 bilhão em ações. Sua segunda paixão é a SpaceX, uma empresa que fabrica veículos para lançamentos espaciais. A terceira paixão do empresário é a Tesla Motors, fabricante do Tesla Roadster, um carro elétrico esportivo que, segundo a empresa, faz 392 km a cada carga e custa US$ 101.500 ou mais. Na primeira parte da entrevista concedida ao Programa de Empreendedorismo da Wharton e a Knowledge@Wharton, Musk conversa com o professor de administração da Wharton, John Paul MacDuffie, diretor adjunto do Programa Internacional de Veículos Motores, sobre carros elétricos, híbridos, a Tesla e os misteriosos caminhos de Detroit.
Publicado em: 20/05/2009
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A revolução do bioplástico brasileiro
A produção de plásticos de fontes renováveis é a próxima fronteira a ser explorada na busca de formas que amenizem nossa dependência do petróleo e diminuam o tamanho da nossa “pegada” digital. Contudo, o país à frente desse tipo de pesquisa não tem fama de potência tecnológica. O Brasil está na vanguarda dessa indústria depois de décadas de pesquisas e de dedicação a uma tecnologia baseada no álcool extraído da cana-de-açúcar. Essa tecnologia deu provas de que é ecologicamente sustentável — e pode até mudar a forma como fazemos as coisas: de produtos de uso pessoal até carros.
Publicado em: 15/05/2009
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Robôs mais parecidos com os seres humanos
Embora o desenvolvimento comercial de robôs autônomos nos EUA ocorra sobretudo no segmento militar, as oportunidades de negócios para robôs inteligentes em outros segmentos são igualmente significativas, conforme explica Daniel Lee, professor de engenharia da Universidade da Pensilvânia. Lee, que discursou recentemente sobre o futuro da robótica dentro do programa de Gestão de Tecnologia do Mestrado Executivo, tem um alvo ambicioso: aprender a fabricar robôs que pensam e agem como seres humanos.
Publicado em: 08/04/2009
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Prospéritas, espírito empreendedor com vocação social
Desde sua criação na década de 70, as entidades de microcrédito mostraram ser uma ferramenta eficaz contra a exclusão social e econômica. Contudo, a falta de liquidez e os 53 milhões a mais de pessoas que engrossarão o contingente dos pobres em razão da crise, de acordo com dados do Banco Mundial, colocarão à prova o setor das microfinanças. Em meio a esse contexto, aparece a Prospéritas, uma instituição do segmento de microfinanças ganhadora do primeiro prêmio do projeto empreendedor 2008 da Escola de Negócios Instituto de Empresa (IE), e cujo objetivo é o de oferecer microcréditos à população de baixa renda da Colômbia. O Universia-Knowledge@Wharton conversou com dois membros da Prospéritas sobre a criação da empresa e as dificuldades de trabalhar com microfinanças em tempos de crise.
Publicado em: 11/03/2009
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