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Tão perto e tão longe: os expatriados também sentem a crise
De acordo com um novo estudo da Ernst & Young Advogados e da Escola de Negócios IESE, o novo cenário econômico está transformando os incentivos e a maneira pela qual as empresas administram a expatriação. Agora que todos os aspectos dos postos internacionais são analisados nos mínimos detalhes, é possível que não tenham mais o mesmo atrativo que tinham no passado, tanto para as empresas quanto para os empregados.
Publicado em: 21/10/2009
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Disponível o tempo todo: etiqueta para a era das redes sociais
Os sites de redes sociais e o Blackberry, que deixa o usuário disponível 24 horas por dia, obscureceram a linha divisória entre vida profissional e vida pessoal. Executivos e empregados em geral se esforçam para criar normas sociais que os guiem em meio à evolução contínua da tecnologia das comunicações. Professores da Wharton e especialistas de outras instituições dizem que o processo de elaboração de regras para lidar com o alcance cada vez maior das comunicações modernas está apenas no início e será modelada em grande parte por indivíduos e empresas, e não por decretos de cima para baixo de algum expert em etiqueta digital.
Publicado em: 07/10/2009
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Conceito de capital psicológico ganha espaço nas empresas
Na hora de planejar os recursos humanos da empresa, costuma-se pensa no número de funcionários e em sua capacitação, mas apenas do ponto de vista quantitativo. Quantas pessoas trabalham na empresa? Quantos têm ensino superior? Cristina Simón, sub-reitora de psicologia da Universidade Instituto de Empresa (IE), chama a atenção para a importância do capital psicológico nas empresas, da necessidade de se levar em conta e de valorizar a personalidade dos empregados como um ativo a mais da companhia. Em entrevista concedida a Universia Knowledge@Wharton, Simón explica de que maneira é possível fazer com que o conjunto de recursos humanos disponíveis produzam resultados melhores por meio do capital psicológico da empresa.
Publicado em: 29/07/2009
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No olho do furacão: crescimento do desemprego afeta gerentes mais velhos
As recessões americanas, desde a crise do petróleo em princípios dos anos 70, tiveram suas causas e vítimas específicas, mas tiveram também uma coisa em comum: terminaram relativamente rápido. A crise atual, porém, é mais profunda e já dura mais do que qualquer outra desde a Segunda Guerra Mundial. Isto acarreta problemas para um grupo especialmente vulnerável — os gerentes no início da faixa etária dos 40 e dos 50 anos. O que fazer quando a indústria em que fizeram carreira está cortando pessoal ou falindo? Como retomar a carreira e entrar novamente no jogo do mercado? Professores da Wharton e consultores da área de emprego avaliam a situação.
Publicado em: 15/07/2009
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Política de subsídios reaviva o fantasma das nacionalizações na Argentina
Alguns indicadores, como o aumento do emprego informal, a queda na demanda de mão-de-obra, o aumento dos subsídios concedidos pelo Estado, o número de empresas em crise e que correm o risco de ser privatizadas começam a preocupar os estudiosos da Argentina. Até o presente momento de 2009, o governo destinou mais de $ 180 milhões (US$ 48 milhões) para o pagamento dos salários dos empregados de empresas privadas. Algumas estimativas indicam que o desemprego será de 9,3% em 2009 e de 10,3% em 2010. Contudo, essa política de subsídios seria eficaz no contexto atual? Que consequências isso poderá ter?
Publicado em: 01/07/2009
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Para Daniel Pink, os desafios de amanhã exigem que se pense com o lado direito do cérebro
Num mundo em que o emprego migra para o exterior, em que as tarefas podem ser automatizadas e o ritmo frenético da tecnologia torna obsoleta até mesmo a inovação do ano passado, os estudantes de hoje vão ter de aprender como pensar de forma diferente de seus pais para sobreviver e prosperar, explica Daniel H. Pink, autor de três best-sellers sobre a transformação do ambiente de trabalho. Pink discursou em recente Simpósio da Wharton sobre Evolução da Aprendizagem.
Publicado em: 01/07/2009
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O talento de Rafa Nadal chega às salas de aula
De que maneira o número um do tênis mundial administra seu sucesso? Rafa Nadal se tornou protagonista de um caso que será estudado pela escola de negócios IESE. Para o autor do caso, Santiago Álvarez de Mon, a figura do tenista espanhol serve para ilustrar, no mundo corporativo, como se identifica e se desenvolve o talento, além da importância que tem para um alto executivo o cultivo de valores como a constância, a humildade e a disciplina. Enquanto que para os novos executivos Nadal é um exemplo de como se preparar para atingir o ponto mais alto da carreira, para os veteranos ele serve de modelo para o futuro, quando chegar o momento de abandonar um cargo que não é vitalício.
Publicado em: 11/03/2009
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Meio milhão de empregos cortados: afinal, há uma estratégia por trás das demissões?
Em uma única semana de janeiro, empresas do mundo todo despediram cerca de 100.000 trabalhadores. Desde setembro do ano passado, mais de meio milhão de empregos foram eliminados, mesmo em empresas que apresentavam bom desempenho há algum tempo. Diversos observadores atribuem essa tendência à retração econômica ou à reestruturação do sistema econômico mundial. Mas será isso mesmo? De acordo com especialistas da Wharton e de outras instituições, o que as empresas estão experimentando não é nem indicação de uma transformação, nem tampouco um prognóstico abrangente para o resto da economia. Em vez disso, dizem, as demissões chamam a atenção para as debilidades operacionais e para questões estratégicas que há anos vêm rondando sub-repticiamente o sistema.
Publicado em: 11/02/2009
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Situação dos recursos humanos na América Latina
Lidar com sucesso com as mudanças das políticas de recursos humanos é fundamental para a batalha pela competitividade que as empresas da América Latina travam com novas empresas internacionais como, por exemplo, as companhias asiáticas. Em seu novo livro, “Melhores práticas de recursos humanos na América Latina” (Best human resources practices in Latin America), Marta Elvira, professora do IESE, e Anabella Davila, analisam a relação entre as estratégias de recursos humanos e o sucesso das empresas. Em entrevista concedida a Universia-Knowledge@Wharton, Elvira deixa claro também a importância das multinacionais na busca de melhores práticas de negócios.
Publicado em: 07/01/2009
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Empresas e empregados fazem suas apostas em um mercado de trabalho hostil
O trabalho temporário foi o primeiro a sofrer as conseqüências da crise, que hoje já atinge o quadro de funcionários fixos das empresas. Tanto empresas de grande como de pequeno porte se viram forçadas, durante os últimos três meses, a apresentar expedientes de regulamentação do emprego (ERE), seja porque necessitam cortar gastos para sobreviver à recessão, seja porque se viram obrigadas a encerrar suas atividades. Contudo, em meio à tormenta, há empresas e comissões de empresas que, para evitar uma situação mais drástica, negociam fórmulas alternativas como o fim dos bônus salariais e dos benefícios sociais.
Publicado em: 10/12/2008
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