Thumbnail Troca de bônus: Argentina dá um passo para a volta ao cenário internacional
Com a reabertura da troca de bônus em default desde a última crise de 2001, o governo de Cristina Fernández de Kirchner procura melhorar sua imagem no exterior e ganhar acesso aos créditos internacionais com melhores taxas. Os mais de US$ 30 bilhões que desde aquela data devem ser pagos aos portadores de bônus fazem parte de uma vultosa dívida nacional que hoje chega a US$ 149,8 bilhões. Para que tal medida tenha sucesso, dizem os especialistas, é preciso também que sejam restabelecidas as relações com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e que a dívida com o Clube de Paris seja refinanciada. Será que tudo isso conseguirá melhorar a imagem do país diante de um passado que ainda assombra o imaginário internacional?
Publicado em: 18/11/2009

Thumbnail O euro ganha força à custa do dólar: seria o adeus à hegemonia da moeda americana?
No último dia 21 de outubro, o euro superou a marca psicológica de US$ 1,50, o que remete novamente à situação anterior à deflagração da crise de setembro de 2008.  Os investidores, receosos pela saúde da economia mundial, utilizaram o dólar como moeda de refúgio, o que provocou a valorização da moeda americana. Agora, a confiança aumentou com os sinais de recuperação de algumas economias, o que está levando ao abandono do dólar em favor de outras moedas, como o euro. Os especialistas apostam na queda do dólar durante os próximos meses. Sua fragilidade cada vez maior fez com que algumas vozes se levantassem questionando sua hegemonia como moeda mundial de reserva. O dólar perderá o trono para o euro?
Publicado em: 18/11/2009

Thumbnail Grande demais para falir: a regulação pode controlar o risco sistêmico?
A expressão “grande demais para falir” fez sua estreia durante a crise financeira e foi usada à exaustão no caso de megabancos e de instituições que empurraram a economia mundial — e a si próprios — para a beira do colapso. Contudo, não se devia permitir que falissem por causa do caos em que lançariam a economia de modo geral. Passado o pior momento da crise, a atenção se volta agora para os possíveis meios de controle dessas organizações monumentais sem com isso incentivar comportamentos mais arriscados. Os professores da Wharton analisam a questão.
Publicado em: 04/11/2009

Thumbnail Com os sinais de recuperação vem a pergunta: seria hora de subir os juros?
Economias como a dos EUA ou da Alemanha dão sinais de que começam a sair da crise. Nesse contexto, os mercados e os investidores do mundo todo se perguntam se teria chegado o momento de aumentar as taxas de juros. Alguns funcionários do Fed já falam dessa possibilidade, enquanto os países sul-americanos acompanham discretamente uma medida que lhes traria consequências positivas, mas também negativas. A decisão do Banco Central Europeu (BCE) será mais difícil, já que algumas economias da zona do euro precisam desse aumento, ao passo que outras, não. Seja como for, os especialistas não estão de acordo em relação ao momento em que as taxas deverão começar a subir.
Publicado em: 04/11/2009

Thumbnail O impacto das transações de alta frequência: manipulação, distorção ou um mercado que funciona melhor?
De acordo com algumas estimativas, as transações de alta frequência por parte de bancos de investimentos, fundos de hedge e outras empresas respondem por um percentual de 60% a 70% de todas as transações com ações americanas, o que explica o enorme aumento no volume de negócios no decorrer dos últimos anos. Contudo, críticos desse tipo de prática temem que os lucros desse negócio estejam saindo do bolso de investidores comuns. Seus defensores, por outro lado, afirmam que as transações de alta frequência melhoram a liquidez do mercado, contribuindo assim para garantir que haja sempre um comprador ou vendedor disponível quando surge o desejo de negociar. Professores da Wharton e outros especialistas avaliam a situação.
Publicado em: 21/10/2009

Thumbnail Situação dos grandes bancos espanhóis depois da crise
Os bancos espanhóis se encontram em uma situação privilegiada. Depois da tormenta financeira que abalou as bases dos grandes bancos globais no ano passado, os bancos espanhóis mostraram que são resilientes — graças, em parte, a um sistema de reservas que, desde 2000, obrigou os bancos a fazerem uma reserva monetária para compensar possíveis riscos de calote dos tomadores de empréstimos. Portanto, embora a Espanha — e muitos de seus bancos de poupança pegos em transações malogradas com imóveis — provavelmente demore mais do que outros países para sair da recessão, alguns dos maiores bancos espanhóis estão explorando muito bem as raras oportunidades trazidas à tona pela crise para ampliar sua atuação no mundo todo.  
Publicado em: 07/10/2009

Thumbnail Check-up de bancos americanos revela que estão sadios na aparência, mas ainda debilitados
Um ano depois do colapso do mercado financeiro que abalou o mundo, os bancos americanos parecem mais sadios. Muitos já pagaram o socorro concedido pelo governo, vários tiveram lucros, e o governo está diminuindo o ritmo dos programas de socorro. Contudo, não se sabe ainda se a indústria bancária aceitará as mudanças fundamentais que seus críticos mais severos — e até mesmo alguns de seus mais leais defensores — esperam que aceitem. Para alguns especialistas, a indústria evitará as práticas de alto risco que quase a destruíram, enquanto outros temem que a aparente reviravolta dos bancos se deve, em grande parte, à ajuda do governo, o que abriria caminho para outra crise. Os professores da Wharton avaliam a situação.
Publicado em: 23/09/2009

Thumbnail Mais economia, menos dinheiro de plástico: o crédito ao consumidor depois da crise
A grave crise econômica que vem castigando os consumidores que antes contratavam alegremente o crédito de que precisavam, bem como a vigilância mais cerrada por parte dos órgãos reguladores, vão obrigar as administradoras de cartões a repensar seu modelo de negócios à medida que a economia for se recuperando, conforme explicam os professores da Wharton e analistas da indústria do crédito.
Publicado em: 29/07/2009

Thumbnail O novo papel da gestão de risco: reconstruindo o modelo
Gestores de risco equipados com ferramentas de mensuração ultrassofisticadas não foram capazes de prever o maior acontecimento de toda uma geração — a quebra sistemática e o contágio global dos mercados financeiros. Em entrevista concedida a Knowledge@Wharton, John Drzik, presidente e CEO do Oliver Wyman Group, Richard J. Herring professor de finanças da Wharton e Francis X. Diebold, professor de economia, finanças e estatística da Wharton, debateram as alternativas de construção de um modelo de gestão de risco mais inteligente. Todos os três participaram da 12ª. Mesa Redonda Anual sobre Risco Financeiro, edição 2009, organizada pelo Centro de Instituições Financeiras da Wharton [Wharton Financial Institutions Center] e pelo Instituto Oliver Wyman.
Publicado em: 15/07/2009

Thumbnail Elevação do preço do petróleo ameaça os "brotos verdes" da economia mundial
“Brotos verdes.” Essa é a metáfora preferida dos analistas e dos organismos internacionais para explicar o fato de que a economia mundial começa a manifestar os primeiros sintomas de recuperação. O problema é que surgiram no horizonte nuvens negras que podem toldar esses indícios de renascimento da atividade econômica mundial. Os preços do barril do petróleo cru entraram em uma dinâmica de alta que, neste momento, parece não ter encontrado seu teto. Os especialistas já temem que uma nova elevação dos custos da energia possa pôr fim à sonhada recuperação. Nem tudo, porém, são más notícias. Para os países produtores de petróleo, entre eles os da América do Sul, a elevação dos preços do petróleo ajudará a sanear suas balanças comerciais, além de afastar o receio da deflação.
Publicado em: 03/06/2009

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